segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Helicóptero Faz Pouso de Emergência em Cima de Colchões - San Antonio, Texas - USA
Um helicóptero aeromédico, com a metade de seu trem de pouso faltando, realizou um pouso suave em cima de três colchões, durante um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de San Antonio, Texas, para onde a aeronave foi desviada, após ter atingido uma torre de celular na madrugada de domingo (06/08/12).
Por volta de 03h30, um helicóptero da PHI Air Medical do hospital St Joseph, transportando um paciente e três membros da tripulação atingiu uma torre de celular, perto da rodovia Interstate 35 e Binz-Engleman Road, danificando um de seus esquis, disse o porta-voz da PHI Brad Deutser.
"Os esquis dão o equilíbrio para pousar em dois pontos," disse Deutser.
De acordo com a polícia de San Antonio, o impacto ocorreu próximo ao destino do helicóptero, o San Antonio Militar Medical Center. A aeronave foi direcionada para o aeroporto, onde os bombeiros de San Antonio, sob a direção do Capitão Kevin Campbell foram incumbidos de auxiliar o pouso do helicóptero danificado.
Por volta de 03h30, um helicóptero da PHI Air Medical do hospital St Joseph, transportando um paciente e três membros da tripulação atingiu uma torre de celular, perto da rodovia Interstate 35 e Binz-Engleman Road, danificando um de seus esquis, disse o porta-voz da PHI Brad Deutser.
"Os esquis dão o equilíbrio para pousar em dois pontos," disse Deutser.
De acordo com a polícia de San Antonio, o impacto ocorreu próximo ao destino do helicóptero, o San Antonio Militar Medical Center. A aeronave foi direcionada para o aeroporto, onde os bombeiros de San Antonio, sob a direção do Capitão Kevin Campbell foram incumbidos de auxiliar o pouso do helicóptero danificado.
Campbell disse que o piloto, comunicando-se através da torre de controle do aeroporto, perguntou se os bombeiros não teriam alguma coisa para colocar sob o helicóptero para que ele pudesse pousar.
"Ele sabia que se ele pousasse, ele poderia quebrar ", disse Campbell. "Ele sugeriu colchões, e eu disse ao Engine 23 para pegar três ou quatro colchões do dormitório. Também trouxemos pesos da nossa sala de musculação para manter os colchões presos ao solo. "
Campbell disse que a aeronave pairou por um curto período de tempo sobre o espaço entre duas pistas de taxiamento, mas o piloto estava preocupado que ele ia ficar sem combustível.
"Foi um curto período de tensão", disse Campbell, "mas nós empilhamos os colchões e colocamos 4 pesos de 45 libras cada e ele pousou em cima. Funcionou muito bem. "
Deutser disse que todas as quatro pessoas a bordo do helicóptero - um paciente e três tripulantes que viajam de Bryan para o San Antonio Military Medical Center - ficaram ilesos no desembarque. Um helicóptero da Airlife então levou o paciente e um paramédico do voo da aeronave PHI para o SAMMC, completando a missão.
"Foi uma ação extraordinária, houve um grande foco e grande habilidade por parte da tripulação, bem como pessoal de terra, para garantir um pouso seguro", disse Deutser. "Algumas pessoas realmente talentosas fizeram isso acontecer."
"Ele sabia que se ele pousasse, ele poderia quebrar ", disse Campbell. "Ele sugeriu colchões, e eu disse ao Engine 23 para pegar três ou quatro colchões do dormitório. Também trouxemos pesos da nossa sala de musculação para manter os colchões presos ao solo. "
Campbell disse que a aeronave pairou por um curto período de tempo sobre o espaço entre duas pistas de taxiamento, mas o piloto estava preocupado que ele ia ficar sem combustível.
"Foi um curto período de tensão", disse Campbell, "mas nós empilhamos os colchões e colocamos 4 pesos de 45 libras cada e ele pousou em cima. Funcionou muito bem. "
Deutser disse que todas as quatro pessoas a bordo do helicóptero - um paciente e três tripulantes que viajam de Bryan para o San Antonio Military Medical Center - ficaram ilesos no desembarque. Um helicóptero da Airlife então levou o paciente e um paramédico do voo da aeronave PHI para o SAMMC, completando a missão.
"Foi uma ação extraordinária, houve um grande foco e grande habilidade por parte da tripulação, bem como pessoal de terra, para garantir um pouso seguro", disse Deutser. "Algumas pessoas realmente talentosas fizeram isso acontecer."
O porta-voz da Federal Aviation Administration, Lynn Lunsford, disse que usar colchões no pouso de emergência é "o que você chamaria de pensamento rápido." A FAA está agora investigando o que causou o acidente, disse ele, acrescentando que a investigação irá determinar se a torre de celular tinha iluminação adequada e qual a altitude a que o helicóptero estava viajando.
A aeronave, um Bell 407 de propriedade da PHI, está permanentemente baseado no Centro de Saúde Regional St. Joseph. De acordo com um comunicado da imprensa, as duas entidades firmara uma parceria no ano passado para o transporte aéreo médico.
"Há muito que não sabemos", disse Deutser ", mas não houve feridos, e essa é a parte mais importante."
Campbell disse que nunca tinha ouvido falar do uso de colchões na aterrissagem de um helicóptero em emergência.
"Isso era tudo que tínhamos, e ficamos contentes que funcionou", disse ele. "Mas não, eu não penso que eu queira fazer isso de novo."
A aeronave, um Bell 407 de propriedade da PHI, está permanentemente baseado no Centro de Saúde Regional St. Joseph. De acordo com um comunicado da imprensa, as duas entidades firmara uma parceria no ano passado para o transporte aéreo médico.
"Há muito que não sabemos", disse Deutser ", mas não houve feridos, e essa é a parte mais importante."
Campbell disse que nunca tinha ouvido falar do uso de colchões na aterrissagem de um helicóptero em emergência.
"Isso era tudo que tínhamos, e ficamos contentes que funcionou", disse ele. "Mas não, eu não penso que eu queira fazer isso de novo."
Tradução: W.Pimenta - DOA/DPRF
domingo, 5 de agosto de 2012
Polícia investiga helicóptero que espantou aves de ninhal em MS
Caso ocorreu no Buraco das Araras, em Jardim, sudeste do estado.
Proprietário lamenta incidente porque atrapalha povoamento das aves.
durante sobrevoo (Foto: Bergson Romero Sampaio)
A Polícia Civil investiga o caso de um helicóptero que espantou dezenas de aves durante voo no Buraco das Araras, em Jardim, a 239 km de Campo Grande, nessa sexta-feira (3). O local é uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) desde 2007 e tem 29 hectares de área protegida.
Segundo a Polícia Civil, 20 turistas faziam um passeio ecológico pela reserva quando o helicóptero começou a sobrevoar a área a aproximadamente 100 metros do solo. A aeronave permaneceu na região durante 30 minutos e o barulho do motor espantou as aves, que têm ninhos no local e estão no período de reprodução.
O proprietário da RPPN, Rooswelt Romero Sampaio, 39 anos, registrou boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia Civil de Jardim. Ele afirmou ao G1 que lamenta o incidente, pois isso atrapalha o trabalho de povoamento de aves no local.
O caso foi registrado como abuso na prática da aviação. O suspeito é um turista que estaria hospedado em um hotel de Bonito, a 300 km de Campo Grande. Segundo a Polícia Civil, ele ainda não foi intimado a prestar depoimento“O pessoal fazia sinal para sair, mas ele ficou durante meia hora parado e fazendo rasante. As aves esparramaram, saindo para todos os lados. Algumas voltaram, mas vai levar um tempo para voltar ao normal, porque elas estão assustadas”, disse Sampaio. No local, vivem cerca de 120 espécies de aves, sendo a arara-vermelha a principal, de acordo com o proprietário.
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quinta-feira, 19 de julho de 2012
Defesa recebe novo helicóptero para uso da presidente Dilma
Unidade integra pacote de 50 helicópteros comprados para o governo.
Pacote custou R$ 5,2 bilhões; produção e montagem são feitos na França.
transportar até 10 pessoas
(Foto: José Carlos da Silva/Ministério da Defesa)
O Ministério da Defesa recebeu nesta quarta-feira (18) um novo helicóptero que ficará à disposição da presidente Dilma Rousseff. O equipamento, modelo vip, contará com mesa de reunião, bancos de couro e espaço suficiente para transportar 10 passageiros e três tripulantes de forma mais confortável que os modelos militares, segundo informou assessoria de imprensa da pasta.
O valor do helicóptero presidencial, contudo, não foi informado pelo Ministério da Defesa nem pela fabricante, a empresa Helibras. Isso porque o equipamento faz parte de um pacote de 50 novos helicópteros adquiridos pelo Ministério da Defesa.
O contrato, firmado durante o governo Lula, prevê investimento de R$ 5,2 bilhões para construção de 2 unidades destinadas à frota presidencial e mais 48 unidades destinadas às Forças Armadas (16 para a Aeronáutica, 16 para o Exército e 16 para a Marinha).
Das 50 unidades contratadas, a Helibras entregou quatro, sendo uma para cada Força Armada e uma para a Presidência. A previsão é que, em até um ano, o segundo helicóptero presidencial seja entregue.
Uso
Os helicópteros destinados aos presidentes da República são usados preferencialmente para deslocamento em pontos de difícil acesso ou a locais onde aeronaves convencionais não operam.
Os helicópteros destinados aos presidentes da República são usados preferencialmente para deslocamento em pontos de difícil acesso ou a locais onde aeronaves convencionais não operam.
Chamado VH-36 Caracal, o novo aparelho já está à disposição e poderá ser utilizado a qualquer momento. Por enquanto, ele se somará aos outros dois helicópteros da Presidência da República, mas substituirá os antigos quando a segunda nova unidade for entregue.
França, com acabamento no Brasil
(Foto: José Carlos da Silva /Ministério da Defesa)
Nacionalização
De acordo com assessoria do Ministério da Defesa, a autonomia do novo helicóptero é de quatro horas e meia ou de cerca de 1.100 quilômetros. A tecnologia do aparelho é da França, onde ele é produzido e montado. No Brasil, são feitos apenas retoques no acabamento.
De acordo com assessoria do Ministério da Defesa, a autonomia do novo helicóptero é de quatro horas e meia ou de cerca de 1.100 quilômetros. A tecnologia do aparelho é da França, onde ele é produzido e montado. No Brasil, são feitos apenas retoques no acabamento.
O contrato firmado com a Helibras, contudo, prevê que, até 2014, o índice de nacionalização dos helicópteros chegue a 50%, segundo informou a Defesa. Está prevista para outubro a entrega de mais três unidades militares.
Segundo o Ministério da Defesa, o modelo escolhido pela Presidência é a versão mais recente da família Super Cougar/Puma. A Helibras é a única fabricante brasileira de helicópteros e é associada ao Grupo Eurocopter, controlado pela EADS – European Aeronautic Defence and Space Company.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Anac obriga mais 51 pilotos a refazer prova de inglês
RICARDO GALLO
DE SÃO PAULO
DE SÃO PAULO
A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) informou ontem que proibiu mais 51 pilotos de fazer voos em território internacional -segundo a agência, eles falam inglês em nível inferior ao exigido para esse tipo de voo.
Inglês ruim ameaça licença de pilotos de avião no país
Todos os 51 haviam feito em uma escola de Madri um exame que atesta proficiência no idioma e tentavam validá-lo no Brasil.
Só que, em junho, a Anac anulou esses testes e os obrigou a refazer a prova até 15 de dezembro, desta vez no Brasil, sob sua supervisão.
Atribuiu a decisão à necessidade de manter a "segurança operacional da aviação civil". O inglês é o idioma padrão em voos internacionais. A má comunicação pode contribuir para um acidente aéreo.
A agência avaliou que as provas de Madri não estavam em conformidade com os padrões internacionais de aviação. Ela foi até a escola ao constatar que muitos pilotos melhoravam a nota quando faziam o exame lá.
Sem as notas do teste de Madri, esses 51 pilotos ficam com nível 3 de proficiência em inglês, ou menos; para voos internacionais, o mínimo é 4. A escala vai de 1 a 6.
Enquanto isso, os pilotos poderão participar de voos internacionais, mas só no trecho sobre território brasileiro -é o que prevê norma aprovada pela agência em 22 de junho.
Também estão nessa situação outros 37 pilotos obrigados a refazer o teste de inglês. AFolha revelou o caso na edição de sexta-feira.
A maioria dos pilotos é da TAM, que, na semana passada, disse cumprir todas as exigências da Anac.
| Editoria de Arte/Folhapress | |
JUSTIÇA
Advogado de parte dos pilotos, Carlos Duque Estrada foi à Justiça para fazer valer a licença obtida em Madri. Ele tentou obter uma liminar, mas a Justiça negou.
Estrada sustenta que a Anac autorizou, em dezembro, usar as notas da escola de Madri e, neste ano, voltou atrás. Por isso, diz, violou o direito adquirido dos pilotos.
Os tripulantes alvo da restrição imposta pela Anac são experientes, alguns com mais de 15 mil horas em voos internacionais, disse ele na semana passada.
Segundo o advogado, os pilotos optaram por fazer a prova em Madri porque lá o exame saía mais rápido e era mais barato do que no Brasil.
A escola, Flight Crew, é autorizada pela agência de aviação espanhola a operar. À Folha, por e-mail, a instituição informou que só falaria por telefone a respeito do caso. Ontem, a reportagem não conseguiu contato.
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1121235-anac-obriga-mais-51-pilotos-a-refazer-prova-de-ingles.shtml
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Queda de helicóptero em São Paulo deixa dois mortos, dizem bombeiros
Acidente foi em galpão de empresa perto da estação Água Branca.
Dois pilotos, um de 24 anos e outro de 32, estavam na aeronave.
Dois pilotos morreram na queda de um helicóptero nesta quarta-feira (11) em São Paulo, de acordo com o Corpo de Bombeiros. A aeronave, utilizada em voos de instrução, caiu sobre um galpão na Água Branca, na Zona Oeste da capital paulista. O acidente aconteceu por volta das 10h20. O helicóptero havia partido do Campo de Marte, na Zona Norte, às 9h19, segundo a Infraero.
Segundo o comandante do 4º Grupamento do Corpo de Bombeiros, José Luiz Borges, morreram no acidente Denis Franklin Tomasi, de 32 anos, e Mailson Rocha Lopes, de 24 anos. Eles sofreram politraumatismo.
De acordo com o registro da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Denis é piloto privado e Mailson é piloto comercial.
Com a queda, um buraco foi aberto no telhado. A cauda da aeronave se partiu e ficou do lado de fora do galpão. A aeronave pertence à Master Escola de Aviação Civil, que também é conhecida como Go Air.
Ainda não há informações sobre as causas do acidente nem se o piloto alertou à torre de comando sobre algum problema antes da colisão.
O coordenador da Defesa Civil de São Paulo, Jair Paca de Lima, e vizinhos afirmam que no galpão onde aconteceu a queda funciona uma empresa de bobinas de metal. No momento do acidente, ninguém estava no local e não houve feridos.
O coordendor da Defesa Civil diz que a estrutura do galpão não foi comprometida e deve ser liberado logo após a remoção dos corpos e o trabalho da perícia.
A empresa de aviação informou à Defesa Civil que a bordo do helicóptero estavam dois pilotos profissionais que faziam um vôo de mudança de categoria. Ao G1, a empresa confirmou apenas que se tratava de um voo de instrução.
Próximo ao local da queda passam os trilhos da Linha 7-Rubi, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e funciona a estação Água Branca. A circulação de trens não foi afetada.
Próximo ao local da queda passam os trilhos da Linha 7-Rubi, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e funciona a estação Água Branca. A circulação de trens não foi afetada.
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